A economia australiana é estável e bastante diversificada. O país faz parte do chamado Tratado Internacional, conhecido como APEC (Ásia - Pacific Economic Cooperation), um bloco econômico que tem por objetivo transformar o Pacífico numa área de livre comércio ao englobar as economias asiáticas, americanas e da Oceania.
O forte crescimento da economia australiana também é resultado da baixa inflação. A inflação média na Austrália durante os anos 90 foi de 2.3 % ao ano e vem se mantendo com valores historicamente baixos. Um importante fator que contribui à habilidade da Austrália para manter a baixos índices inflacionários é a forte produtividade da economia durante a ultima década.
Um recente Boletim Oficial da Reserva Federal, que compara os resultados da produtividade dos Estados Unidos com os outros países da OCDE, mostram que o índice de crescimento da produtividade australiana foi um dos mais altos registrados, nos anos finais da década de 90.
A indústria australiana desenvolve atividades ligadas ao setor primário, como a produção de alimentos, vinhos, tabaco e a exploração mineral (carvão, bauxita, ferro, cobre, ouro, prata, urânio, níquel, tungstênio, chumbo, zinco, diamante, petróleo e gás natural).
Os produtos mais exportados pelo país são:
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A lã, o carvão e diamantes.
No entanto as exportações australianas ainda incluem gêneros alimentícios, como carne e trigo. |
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O setor de turismo é o que mais emprega na Austrália, gerando cerca de 500 mil empregos diretos o que representa cerca de 6,6% da força de trabalho do país.
A recente Reforma do Sistema Tributário australiano (que entrou em vigor em 1º de julho de 2000) objetivou a redução da carga tributária excessiva e com isso gerou mais incentivos para trabalhar, empregar e atrair investimentos para o país.
Nesse sentido, os setores tecnológicos e industriais encontram-se em franca expansão na Austrália devido à introdução de empresas multinacionais que vêm se estabelecendo pouco a pouco no país. Ao atrair empresas multinacionais o governo australiano pretende não só atender o próspero mercado interno (além de gerar empregos), mas também suprir as necessidades de países vizinhos principalmente àqueles no continente asiático.